Logística, infra-estrutura, ecologia.... Neste espaço pretendo expor todos os assuntos que ajudem a levar os que se interessarem a traçar o perfil do Brasil hoje. Isto facilitará a compreensão da bomba relógio a que estamos expostos. As notícias são recebidas de várias fontes. Ou corremos contra o tempo ou não teremos futuro. É para ontem!
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![]() Vou fugir um pouco ao tema Brasil para postar uma carta publicada em um blog português; a exceção prende-se à constatação de que os regimes socialistas não dão certo em nenhum lugar do mundo. Ele exprime o descontentamento de uma professora universitária. Ontem, dia 8 de março 100.000 professores foram às ruas naquele país para protestar contra a política educacional. Enquanto neste país apenas a IURD consegue fazer o povo levantar o traseiro da poltrona. Pobre Brasil! Pobre Portugal. http://www.opafuncio.blogspot.com/ 1. Ana Benavente
Professora universitária, militante do PS ![]() Meio Ambiente / Hidrelétricas / FGTS-PAC . . . 1 - Ontem, dia 05 / 06, foi comemorado o “Dia Mundial do Meio-Ambiente”. O nosso Planeta está doente, quase chegando a uma irreversível condição “terminal”, sem volta. . . O que temos feito, concretamente, para ajudar na recuperação de nossa Terra? Quais os comportamentos “saudáveis” - a nossa “gotinha de água” - que temos usado para tentar apagar esse incêndio e deixar esse mundo ainda habitável para nossos netos e bisnetos ? Estou anexando um “teste-exercício” para que você responda e avalie o atual nível de sua prática ecológica.
2 - Na contra-mão desse caminhar em direção à saúde de nosso mundo, depois de inúmeras pressões de todos os lados, depois da Medida Provisória 366/07 que cria o Instituto Chico Mendes e divide o IBAMA em dois, enfraquecendo ainda mais o poder de fiscalização ambiental do Órgão e, principalmente, depois de explícitas pressões e gestões do presidente Lulla, que só vê diante dos olhos seu bichinho de pelúcia chamado PAC, parece que o IBAMA - ou o que restou dele ! - não vai mesmo agüentar: estão praticamente liberadas as licenças ambientais para as duas hidrelétricas do Rio Madeira, não se sabe a que custos para as condições de vida futura de nosso eco-sistema amazônico! "As negociações estão muito bem", afirmou o ministro das Relações Institucionais, Walfrido dos Mares Guia. O secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, confirmou que o processo "está na reta finalíssima" e disse que "a tendência é pela viabilidade" das hidrelétricas. Nessa mesma linha do “liberou geral”, em função de PAC´s, de multinacionais, de ganhos financeiros, de obras, de empreiteiras, de super-faturamento, de Gautamas, etc.. , o governo Lulla praticamente já tem finalizados os Projetos que permitirão a exploração de terras indígenas por empresas mineradoras. . . O argumento é que, só assim, será possível “organizar e controlar a atual e desordenada exploração das terras indígenas por toda sorte de aventureiros". . . É a mesma história do Projeto do “aluguel da Amazônia” para mujltinacionais, para “coibir a exploração desordenada”...
Serão bilhões sacados do FGTS e disponibilizados para o PAC das empreiteiras. . . A decisão final depende agora somente da sanção do presidente. Comentário óbvio : se roubam de tudo que está por aí, da Previdência, das licitações, das Obras, etc., será que não vão também botar a mão nesse dinheiro sagrado dos trabalhadores ? Afinal quem vai administrar esse Fundo? Onde estão os meninos nervosos das universidades, do MST, da CUT, dos Sindicatos petistas, da CGT e congêneres? Cooptaram todos ? Em tempo 1 : `A exemplo do que fizemos na semana passada, quando enchemos a Câmara com nossos E-mails de protesto contra a aprovação da PEC-358, ( recebi várias respostas de deputados ! ), vamos fazer a mesma coisa com relação à absurda :
Lei do Gás : Enviar E-mail para : Email : cidadao@camara.gov.br NÃO á LEI DO GÁS ! ! ! ( Confisco dos gasodutos brasileiros construídos pela Petrobrás , para “doação” às multinacionais estrangeiras ). Projeto ex-senador Rodolpho Tourinho. Relator Deputado João Maia ( PR-RN ) Nome : CPF : ( ponham seu nome e CPF ) Márcio Dayrell Batitucci Facilitador de Mudanças Organizacionais ![]() Fonte: Intelog
8/5/2007
A guerra dos pneus reciclados O governo Brasileiro tem até o dia 20 de julho para recorrer da decisão da Organização Mundial do Comércio (OMC), que condenou à importação de pneu reciclado da União(UE). Para o Itamaraty, mais do que abrir o mercado nacional para pneus reciclados, a derrota brasileira pode transformar o País em lixeira dos países desenvolvidos. O Brasil proíbe, desde 1991, a importação de qualquer produto de consumo usado. Em 2000, entretanto, decisão do Mercosul permitiu ao Uruguai exportar pneus reformados ao Brasil. As regras que vetam as importações não derivam de lei, mas de portarias ou resoluções. A precariedade normativa favorece os fabricantes nacionais de pneus reformados a segmento alega que não consegue obter matéria-prima no mercado doméstico, dependendo das importações de carcaças. Com esse argumento, obtêm liminares na Justiça para comprar de fornecedores estrangeiros. Ano passado, decisões judiciais garantiram a importação de 7,5 milhões de carcaças de pneus. Em 2005, 10,5 milhões de unidades desembarcaram no País. A cada ano, 65 milhões de pneus são lançados no mercado nacional por empresas com atuação no Brasil. São 50 milhões de pneus novos produzidos em território nacional, nove milhões de reformados e seis milhões de originais importados. Segundo o setor,a oferta atende à demanda. A divergência entre Executivo e Judiciário do Brasil enfraquece a defesa do País. No Congresso, o Governo se mantém neutro com relação ao projeto de um parlamentar do PT, o senador paranaense Flávio Arns, que legaliza a importação. A disputa na OMC começou em janeiro de 2006. A decisão final da organização deve ser divulgada em 21 de maio. Só então as partes terão até 60 dias para recorrer ao órgão de apelação. Por outro lado, pneus velhos que permaneceriam durante 400 anos em decomposição podem ser utilizados no asfalto ecológico, experiência que há seis anos vem sendo desenvolvida no Rio Grande do Sul, em setembro de 2003, técnicos do DAER-RS mostraram as vantagens do asfalto-borracha, que foi testado no quilômetro 28 da RS122. Segundo os técnicos, além de aumentar a vida útil da rodovia em 43%, a nova tecnologia pode ser a solução para resolver o problema do descarte de pneus. Como cada quilômetro de asfalto-borracha demanda mil pneus, a cobertura de 10% da malha rodoviária do país consumiria 16 milhões de pneus. De 2001 até hoje, o asfalto ecológico já foi aplicado em 263,2 quilômetros de estradas. Por Berkeley Pim ![]() O Pânico Climático, A política do medo Artigo de Rui G. Moura, Engenheiro. Mestrado em Climatologia Quando se fala do hipotético aquecimento global pretende-se seguramente meter medo. Até seria desejável que a Terra aquecesse. Com efeito, isso nos traria imensas economias tanto de energia para climatização, como do petróleo bruto e dos seus derivados. Por outro lado, seriam ganhas largas extensões de terra cultivável em direcção às regiões subpolares. Foi o caso entre os anos 1930 e 1960 (período do Óptimo Climático Contemporâneo). Nessa altura, as explorações agrícolas do norte do Canadá e da Escandinávia deslocaram-se mais para Norte. Nos anos 1970, com o regresso do frio, voltaram a retroceder para Sul. O mesmo aconteceu na África subsariana onde os criadores de gado se deslocaram primeiro para Norte e depois regressaram ao Sul quando a seca estalou nos anos 1970. Durante o período quente, as chuvas tropicais eram mais abundantes. Isso quer dizer, paradoxalmente, que se o aquecimento fosse efectivo, a seca acabaria no Sahel! Mas infelizmente, não é esse o caso. Refutação do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) O tema do “global warming” é digno de figurar no livro das “Imposturas intelectuais” de Alan Sokal e Jean Bricmont. O “global warming” e as “climate changes” estão de tal maneira bem embrulhadas que não é fácil desmontar esta impostura científica. Mas de acordo com o filósofo Karl Popper, as teorias científicas têm de ser aprovadas ou reprovadas em testes imediatos e não daqui a cem anos. Ora, a refutação desta embrulhada verifica-se todos os dias, todas as horas, todos os segundos e todos os instantes. Os valores elevados da pressão atmosférica sobre a Europa durante o Verão de 2003 - com a registada vaga de calor -, inscreveram-se na subida que se observa desde o shift ou desvio climático dos anos 1970, mais propriamente em 1976. Essa alta das pressões observa-se sobre a quase totalidade da Europa, de Lisboa, em Portugal, a Constança, na Roménia. A forte estabilidade anticiclónica (calma ou vento fraco, ausência de movimentos ascendentes) favorece o aquecimento do ar nas baixas camadas. A condução do calor é com efeito tanto mais forte quanto a pressão é mais elevada e desde que o ar não se possa elevar - devido à subsidência, ou pressão de cima para baixo -, sobreaquecendo, portanto, (para a mesma quantidade de energia recebida do Sol) as camadas próximas do solo. O calor provoca uma forte diminuição da humidade relativa, isto é, uma forte secagem do ar, que é tanto mais seco quanto o vapor de água atlântico ou mediterrâneo não penetra no interior do ar anticiclónico (o que reduz consideravelmente o efeito de estufa natural que está principalmente associado ao vapor de água). A nebulosidade muito reduzida ou nula oferece um ar soalheiro óptimo, e a elevação do calor atinge gradualmente (por efeito cumulativo) a “canícula”, sobretudo nas cidades (menos ventiladas, mais quentes, mais secas) onde se reforça a bolha de calor urbano. Ao mesmo tempo o carácter anticiclónico (limitado às baixas camadas) e a ausência de movimentos horizontais e verticais concentram a poluição nos n |